Fundos de ações, renda fixa e multimercados: o que mais rendeu nos últimos 12 meses?

O ano de 2019 começou em tom favorável para os fundos brasileiros! Conforme um relatório divulgado pela XP investimentos, o bom momento deve-se à combinação de diferentes aspectos macroeconômicos, como: o controle da inflação, maior aposta em ativos de risco na Bolsa e a mudança de postura do Banco central americano, Federal Reserve, optando pela manutenção da estabilidade da taxa de juros no país, o que reduziu a pressão sobre os mercados emergentes.

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Em janeiro, o IHFA (Índice de Hedge Funds da Anbima) exibiu um resultado de 2,61% (o que equivale a 481% do CDI), impulsionado pelos segmentos Macro e Long Short Direcional. No mesmo período, o CDI valorizou 0,54% e o Ibovespa avançou 10,8%. A modalidade de Renda Fixa foi o destaque na captação líquida da indústria, abocanhando uma fatia de 69% do total, seguida pela modalidade Multimercado.

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Segundo análise do Infomoney, os investimentos tanto em renda fixa, quanto em fundos de ações ou multimercados apresentaram resultados muito satisfatórios em 2018. Entretanto, dependo do grau de exposição a riscos, as modalidades se diferenciaram quanto à rentabilidade que conseguiram oferecer.

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Baseando nos dados divulgados pela plataforma XP Investimentos, os fundos que tiveram o melhor rendimento nos últimos 12 meses foram:

Renda Fixa

  • Sparta Deb Incentivadas FIC FIRF CP (+8,80%),
  • Iridium Pioneer Deb Incentivadas FIRF CP (+8,09%),
  • BTG Pactual Créd Corp/ FIC FIRF CP (7,51%).

Multimercados

  • Vista Multiestratégia FIM (+39,3%),
  • Fides Absoluto FIM (+36,4%),
  • CSHG Allocation Mlles Acer LB FIC FIM (+34,1%).

Fundos de Ações

  • Alaska Black FIC FIA II BDR Nível I (+42,4%)
  • Squadra Long Biased FIC FIA (+40,7%)
  • Alaska Black Institucional FIA (+36,6%)

Os fundos de ações obtiveram uma performance superior às demais modalidades devido à onda de valorização dos ativos locais, o que estimulou o rali da Bolsa de valores, com os papéis dos setores bancário e utilities registrando as maiores alocações do período. E as perspectivas são ainda melhores sob a ótica do mercado interno, tendo em vista que a agenda de reformas e ajustes fiscais que está em andamento, impulsionará os índices na B3 a operar em um patamar ainda maior.

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Em relação aos fundos multimercados, apesar de ter performado aquém das expectativas em 2018, estima-se uma potencial recuperação para este ano, corroborando com a tese dos investimentos de longo prazo para esta modalidade de ativos.

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