Petróleo pressiona, mas Ibovespa mantém o suporte de referência e pode voltar a subir

A queda brusca nos preços do petróleo provocou oscilações ao índice Ibovespa, que no pregão de ontem, chegou a tocar a mínima em 84.030 e encerrou em 84.914. Por ter mantido sua movimentação acima do suporte de 84 mil e devido à tendência de alta principal, há grandes chances de recuperação no curtíssimo prazo, caso adquira força de compra e supere o topo de 86.233. Do contrário, se aprofundar a queda e perder o suporte, abrirá oportunidade para vendas no curto prazo e buscará um novo topo em 81.792, onde está sua média móvel de 72 dias.

Para hoje, a expectativa é de reversão no cenário de baixa e movimento de recuperação para a Bolsa brasileira, que apesar de acumular perdas de 5,6% no mês, ainda tem muito para se desenvolver, principalmente em relação ao cenário do ano que vem, que promete nova tendência de alta, conforme apontam os analistas.

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Wall Strett

 As Bolsas norte-americanas não conseguiram segurar o bom desempenho da abertura e fecharam a sessão com perdas influenciadas, sobretudo, pelo setor de energia, que sofreu um forte impacto devido ao tombo nos preços do petróleo. O Dow Jones teve redução de 0,40%, o S&P 500 caiu 0,15% e o Nasdaq Composto fechou estável, aos 7.200 pontos.

Ásia

Devido ao fuso horário, as Bolsas asiáticas já encerraram o pregão dessa quarta-feira e, refletindo o mau humor generalizado no cenário externo, apresentaram desvalorização de quase todos os principais índices. O Nikkei, de Tóquio, caiu 0,16%, o Xangai Composto, de Xangai, recuou 0,85%, o CSI 300, de Shenzhen, cedeu 1%, o Hang Seng, de Hong Kong, perdeu 0,54% e o Kospi, do Seul, diminuiu 0,15%.