Por pressão da Petrobras, Ibovespa cai e dólar dispara a R$3,78

Depois de iniciar o pregão em tom positivo refletindo o bom desempenho das Bolsas internacionais, o índice Ibovespa voltou a operar em queda, influenciado pela baixa nas ações da Petrobras. Com o aumento dos estoques de Petróleo nos EUA e a ampliação da produção nos países da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo), os preços da commodity recuaram pela 12ª vez, alcançando o menor patamar do ano e as ações da estatal absorveram completamente o impacto.

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Às 11h49 (horário de Brasília), a Bolsa brasileira tinha redução de 0,96%, a 84.707 pontos. O dólar comercial disparava com alta de 0,64%, sendo cotado a R$3,78, na máxima do dia. O clima era de otimismo para investidores, já que a melhora no ambiente externo favorece a valorização dos ativos brasileiros.

Os contratos de juros futuros de curto prazo apresentavam ligeira queda, em contraste com os de prazo maior, que avançavam. O DI com vencimento para dezembro de 2019 caía 0,42%, sendo vendido a 7,04% (7,06% no ajuste anterior) e o DI para dezembro de 2024 aumentava 0,30%, sendo negociado a 10,12% (10,08% no ajuste anterior).

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As estatais oscilavam em queda, com destaque para Petrobras que apresentava perdas exponenciais. Petrobras ON caía 2,97%, Petrobras PN diminuía 2,13%, Eletrobras PNB cedia 0,87%, Vale ON recuava 0,53%, Embraer ON perdia 0,34% e Copasa ON tinha redução de 2,44%.