Índice de Commodities tem recuo de 2,43% em novembro, mas avança 12,72% em 12 meses

O Índice de Commodities do Banco Central (IC-Br) recuou 2,43% em suas cotações de novembro quando comparado ao mês anterior, informou nesta quarta-feira (5) o banco. Em outubro, a queda registrada das matérias-primas que têm grande influência sobre a inflação, foi de 6,11%.

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Esse indicador se baseia nos preços das commodities agrícolas, metálicas e energéticas e então convertidos para reais. O Commodity Research Bureau (CRB), seu equivalente internacional, registrou uma variação de 0,39% no mês de novembro. No acumulado do ano até novembro, o Índice de Commodities Brasil subiu expressivos 13,72%. Em 12 meses, a elevação foi de 12,72%.

Os principais motivadores desse crescimento são os produtos primários de commodities, como os agropecuários (como a carne de boi, carne de porco, algodão, óleo de soja, tricô, açúcar, milho, arroz, café, suco de laranja e cacau). No acumulado do ano, seus preços subiram 10,97%, ao passo que nos últimos 12 meses o avanço foi de 12,14%;

As commodities metálicas (que englobam o alumínio minério de ferro, cobre, estanho, zinco, chumbo, níquel, ouro e prata) caíram 1,70% em novembro, após queda de 6,59% no mês anterior. Ainda assim, no acumulado do ano o segmento avançou 4,25% e, nos últimos 12 meses, cravou alta de 4,74%;

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E também os preços das commodities energéticas (petróleo Brent, gás natural e carvão) também tiveram um recuo no mês de novembro (em 10,67%), resultado negativo que seguiu a também queda registrada no mês anterior (5,81%). Apesar dos resultados negativos consecutivos, a variação do acumulado do ano fechou em 24,64% e, em 12 meses, a alta registrada foi de 25,27%. CRB do mesmo período subiu 12,14%.