Dólar opera em queda de olho no contexto externo

Apresentando viés de queda desde a abertura, o dólar reagia às vendas no varejo acima do esperado e ao aumento da demanda por risco no exterior.

O mercado brasileiro registrou um aumento de 1% nas vendas realizadas pelo setor varejista no mês de julho, conforme dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O dado impulsionou as movimentações locais, pois fortaleceu a visão de recuperação econômica, ainda que seja de forma modesta.

Em um cenário de baixas taxas de juros, baixos níveis de inflação e melhora nas condições estruturais de trabalho, o ambiente se torna altamente favorável à novos investimentos.

Ás 12h30 (horário de Brasília), o dólar comercial recuava 0,78% contra o real brasileiro, sendo cotado a R$4,0590 na venda.

A divisa americana também caía contra os demais pares emergentes, principalmente, os que estão atrelados às commodities.

Já os contratos de juros futuros operavam misto, com as taxas de curto prazo apresentando elevação e as de longo prazo, declinando no compasso do câmbio.

O DI julho/2020 subia 0,38%, sendo negociado a 5,22% (5,19% no ajuste anterior) e o DI janeiro/2026 cedia 0,56%, sendo vendido a 7,12% (7,17% no ajuste anterior).