Banco do Brasil (BBAS3) – abertura de capital da gestora de recursos

O Banco do Brasil poderá abrir o capital da sua gestora de recursos (BB DTVM), com venda de participação parcial no capital ou parceria.

No seu discurso de posse nesta segunda-feira (7), o novo presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, afirmou que o banco pretende vender os ativos que não têm sinergia com os negócios, mas que irá abrir o capital ou fazer parcerias com as suas subsidiárias, na mesma linha do discurso do também recém empossado presidente da Caixa Econômica Federal (CEF).

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O panorama que tem se construído é positivo para as ações do Banco do Brasil no curto prazo. Agora, com a venda da gestora, o BB pode levantar muito dinheiro para o governo, além de melhorar a própria eficiência do banco.

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O discurso do novo presidente do BB, mais um da escola de Chicago, está alinhado com o discurso do superministro da economia, Paulo Guedes, sobre diminuir o tamanho do Estado e melhorar a eficiência das empresas estatais.

A busca por um banco mais lucrativo e também maximização do valor é positiva para os acionistas. Dessa forma, o principal objetivo é fazer com que os principais indicadores do Banco do Brasil em termos de rentabilidade e eficiência não fiquem mais tão distantes dos bancos privados (Santander, Bradesco e Itaú).

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O novo comando do banco deverá buscar melhoria de eficiência, crescimento do crédito com controle de risco e aumento da rentabilidade sobre o patrimônio líquido (ROE).

A gestora de recursos do BB é a maior do país, com 948 bilhões de reais sob gestão. O segundo lugar fica com a gestora do banco Itaú, com 700 bilhões de reais e o terceiro lugar com o Bradesco, com 594 bilhões de reais.

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