Cenário promissor para B3 reforça status de preferida, diz BTG Pactual

O investidor pode sonhar alto com o desempenho da ação da B3 à medida em que o mercado de capitais oferece mais uma alternativa de financiamento ao governo e às empresas, em meio a uma taxa de juros estruturalmente baixa, disseram analistas do BTG Pactual em relatório, após escolher o papel como seu preferido entre as ações de serviços financeiros.

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Para a equipe de analistas do banco, comandada por Eduardo Rosman, a tendência é de crescimento da desintermediação no mercado de capitais nos próximos 10 anos, como forma de destravar o crédito e a geração de capital. Segundo a equipe, o Tesouro Nacional deve começar a emitir mais instrumentos de renda fixa e mudar o perfil de dívida do governo, que pode impulsionar o segmento de futuros da B3 – tanto para volumes como para o mix de preços.

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Nesse contexto, o lucro por ação do papel “tem espaço para crescer em um ritmo acelerado por mais tempo,” diz o relatório. Aliás, a B3 se beneficia com uma referência menor entre o preço da ação e a lucratividade, permitindo que os investidores “sonhem mais” do que, por exemplo, com os papéis dos bancos.

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Em relação aos outros subsetores na área de serviços financeiros, o BTG Pactual se mantém mais cauteloso. Para Rosman, 2018 foi um excelente ano para seguros, principalmente para a ação da IRB Brasil; neste momento, BB Seguridade ON é a única recomendação de compra do banco, mas com o cenário de taxa básica de juros Selic estável no ano, o espaço para ganhos no setor deve ser limitado. Depois de um impressionante ano em termos de desempenho operacional, “ficaríamos à margem quando se trata de SulAmerica e Porto Seguro,” disse o relatório.

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