Operações de empresas brasileiras caem 22,6% em janeiro no mercado de capitais

A Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) revelou na tarde da última sexta-feira (8) que as operações das empresas brasileiras no mercado de capitais registraram em janeiro deste ano uma considerável queda de 22,6%, quando comparado ao mesmo período de 2018.

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O saldo apontado pela associação é de R$ 7,4 bilhões.

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O vice-presidente da Anbima, José Eduardo Laloni explica que foi registrado “um volume expressivo de emissões em dezembro do ano passado, somando R$ 22,3 bilhões, o que reflete a antecipação das companhias na concretização de suas operações. É um movimento sazonal, que o mercado já costuma esperar nesse período”, quando destacou que o número de operações no mercado de capitais também foi caiu.

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Em janeiro do ano passado, foram 47, ao passado que em janeiro deste ano foram apenas 29, liderados pelos fundos imobiliários. Em volume, as emissões totalizaram R$ 3,5 bilhões, saldo que equivale a forte alta de 413% quando comparado ao mesmo período de 2018. As operações com debêntures também caíram quase 70% (67%) em relação ao mesmo mês do ano anterior: R$ 2,5 bilhões.

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Externamente, contudo, houve apenas uma emissão de bônus, da Suzano, avaliada em US$ 750 milhões. Entre janeiro deste ano e janeiro de 2018, o resultado está 83% abaixo do volume movimentado no mesmo período estudado. Em janeiro do ano passado, registrou-se US$ 4,4 bilhões, e é o mais fraco desde 2016.

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Além disso, no geral, as notas promissórias, os Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRAs), os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e os Fundos de Investimento em Direito Creditório (FIDCs) movimentaram, respectivamente, R$ 830 milhões, R$ 300 milhões, R$ 133 milhões e R$ 63 milhões. Em janeiro deste ano, não houve contabilização quanto as operações que englobam as ações, os debêntures incentivadas e letras financeiras.