Como montar carteira de investimentos de acordo com o seu perfil? Entenda

Investir é a melhor forma de aumentar o seu patrimônio e concretizar projetos promissores no futuro. No entanto, montar uma carteira de investimentos bem-sucedida não é uma tarefa fácil, é preciso muito estudo e experiência no mercado financeiro.

Pensando nisso, preparamos o post de hoje com 8 dicas valiosas para ajudar você a compor um portfólio que esteja de acordo com o seu perfil! Siga a leitura!

1. Defina metas

A primeira coisa que se deve ter em mente, antes de escolher os produtos financeiros de sua carteira, é saber, de forma clara, quais são as suas metas para o uso do capital:

  • gostaria de empreender em uma nova empresa?
  • ou, quem sabe, acelerar o seu negócio com novas tecnologias?
  • Assim, todas as suas ações passarão a ser voltadas para os objetivos definidos. Em outras palavras, tudo o que não estiver dentro desse planejamento deve ser colocado em segundo lugar. Imagine, por exemplo, que surgiu a oportunidade de você trocar o seu carro por um modelo do ano. A pergunta a ser feita é:
  • isso está dentro dos meus planos? Ficarei descapitalizado com esse gasto agora?

Com essa reflexão, além de evitar que seu orçamento fique comprometido, ficará mais fácil escolher ativos com prazos e rentabilidades que se encaixem em seus sonhos.

2. Determine prazos

Com as metas traçadas, chegou a hora de estabelecer prazos para realizá-las. Nessa fase, você deve pensar quando deseja concretizar seus projetos: daqui a 6 meses? Em 5 anos? Em 10 anos?

Vale lembrar que, mesmo que você espere um retorno em prazos mais curtos, é importante que encare o seu portfólio sempre pensando em longo prazo — afinal, são essas as aplicações com melhor rentabilidade.

Curto prazo

O curto prazo corresponde a investimentos com prazos que variam entre seis meses e dois anos. Algumas opções dessa categoria podem ser de renda fixa (CDB, LCI, LCA, Títulos Públicos) ou operações em Day Trade, para investidores mais arrojados.

Médio prazo

Para um período de tempo maior, de dois a cinco anos, a redução de riscos é mais fácil de ser alcançada. Aplicações de renda variável, como fundos de investimento e ações da Bolsa de Valores, podem ser opções interessantes.

Longo prazo

O longo prazo, geralmente, é superior a cinco anos e é o que todo investidor deve buscar para conquistar certa estabilidade financeira. Dessa forma, quando for diversificar a sua carteira de investimentos, busque aplicar fatias maiores em ativos com prazos mais longos.

3. Conheça o seu perfil de investidor

Para tomar decisões mais estratégicas na hora de montar o seu portfólio de aplicações, será preciso que você tenha consciência do seu perfil de investidor, ou seja, sua aptidão para suportar o risco.

Resumidamente, há três perfis:

Conservador

É aquele que tem maior aversão ao risco e, por isso, busca o máximo de segurança e previsibilidade. Grande parte de seu capital tende a ser poupado, o que pode ser um problema no desenvolvimento de seus negócios.

Moderado

Os que se encaixam no perfil moderado estão dispostos a arriscar um pouco mais do que os conservadores, desde que seus objetivos de médio e longo prazo sejam atingidos. Buscam pouca volatilidade e agem com cautela ao diversificar seus investimentos.

Arrojado

O investidor com perfil arrojado não se intimida na hora de correr riscos. A sua prioridade é aumento do lucro e ganho de rentabilidade, por isso, são mais propensos a inovações e ao empreendedorismo.

4. Monitore a sua carteira de investimentos

Construir uma carteira de investimentos de sucesso requer revisão periódica de seus rendimentos e estratégias aplicadas. Por exemplo, se a sua alocação de ativos é peculiar a um perfil mais arrojado, é preciso verificar, constantemente, a Ibovespa ou o IBrX.

No entanto, é necessário saber ajustar a frequência desse monitoramento. A diversificação de ativos tem como grande vantagem os bons resultados em longo prazo. Portanto, não fará diferença acompanhar diariamente os preços e oscilações; uma revisão mensal é mais do que suficiente.

5. Conheça bem o mercado em que se está investindo

A fim de montar uma carteira de investimentos estratégica, é fundamental conhecer bem o mercado em que se está investindo. Assim, os conhecimentos sobre juros, riscos e retorno que cada tipo de negociação pode oferecer tende a aumentar.

Órgãos importantes como o Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), Conselho Monetário Nacional (CMN) e o Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC) são responsáveis por normatizar o mercado. São eles que ditam as diretrizes de funcionamento nas quais as instituições financeiras devem se basear.

E quando se fala em mercado financeiro, não se trata apenas de ações na bolsa ou títulos de renda fixa. Saiba como o mercado financeiros se divide:

  • mercado de câmbio: negocia moedas estrangeiras com uma relação justa entre as moedas dos países;
  • mercado aberto: é uma plataforma que trata das empresas com capital aberto, ou seja, que negocia suas ações através da bolsa de valores; órgão que regula a oferta e a demanda pelos papéis das companhias;
  • mercado de crédito: cuida dos empréstimos bancários. É o tipo de mercado que possibilita a solicitação de um financiamento ou o uso de cheque especial.
  • Depois de entender sobre o mercado financeiro, é muito importante conhecer as características de cada setor de investimento, por exemplo:
  • organizações petroquímicas: sofrem bastantes variações em relação ao preço do petróleo e dólar;
  • companhias aéreas: também sofrem as variações das empresas petroquímicas, porém inversamente, uma vez que os preços do dólar e dos combustíveis, quando mais atrativos, barateiam os custos para as companhias e, dessa maneira, o custo de transporte;
  • empresas elétricas: os valores de suas ações variam de acordo com os reajustes sofridos no setor e as leis do governo. Algumas empresas chegam a dividir 100% do lucro com seus investidores.

6. Defina as classes de ativos

Entender sobre os ativos é um ponto chave para realizar um bom investimento. Eles formam um grupo de bens e recursos com características semelhantes.

Em seguida mostraremos alguns dos principais ativos. Confira!

  • renda fixa: realizam pagamentos em períodos determinados e podem ser emitidos por instituições financeiras (LCI, LCA, CDB’s e Debêntures, por exemplo) ou também pelo governo (títulos públicos);
  • renda variável (ações): são títulos de propriedades que conferem aos investidores participação na sociedade de uma empresa;
  • imóveis: nesse caso, você investe em fundos imobiliários negociados pelo mercado secundário. Tem como principal característica a baixa liquidez;
  • moedas estrangeiras: é um mercado muito variável, porém de alta liquidez. Investir em moedas estrangeiras pode ser uma arma contra a inflação brasileira.

Escolha a proporção ideal para cada classe de ativos, pois cada uma exige determinada quantia de dinheiro para investir. Veja alguns exemplos:

  • até 10 mil reais: ideal para investimentos em renda fixa;
  • em torno de 100 mil reais: essa quantia abre o leque para investimentos. Ideal para aplicar em empresas sólidas ou em expansão.

Independentemente do valor, é preciso ter uma boa educação financeira, muita pesquisa sobre juros, opções de investimentos, variáveis macroeconômicas etc., e procurar apoio de especialistas da área.

7. Selecione os melhores produtos para a sua carteira

Selecionar o produto de acordo com seu perfil é a escolha mais assertiva a ser tomada para montar uma boa carteira de investimentos. Algumas questões devem ser observadas para alcançar o objetivo mais atraente para você.

Procure entender sobre o índice de liquidez (conversão do ativo em dinheiro), a rentabilidade dos negócios, as possibilidades do mercado e os riscos envolvidos nessas negociações.

Antes de optar pelo melhor tipo de investimento para você, procure analisar seus objetivos pessoais e sua estratégia de aplicação e verifique as opções disponíveis no mercado.

8. Acompanhe e faça adaptações ao longo do caminho

É importante saber como a sua carteira de investimentos está reagindo perante o mercado, pois caso suas aplicações estejam perdendo para os índices, pode ser um bom momento de mudar a alocação.

No mercado, podem ser vistos vários índices que auxiliam na medição de investimentos, com a finalidade de verificar se seus resultados são satisfatórios. Exemplos: CDI para renda fixa, Ibovespa para ações, IFIX para fundos imobiliários, entre outros.

Quando você acompanha os seus investimentos e compara com esses índices de mercado, consegue entender melhor como a sua carteira deveria estar performando e como ela realmente está.

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Agora que você já conhece alguns dos principais fatores presentes na vida de trader, pode entender melhor esse universo e melhorar o desempenho de seus negócios. Atuar no mercado financeiro exige dedicação, conhecimento e visão estratégica, sendo assim, é essencial se manter bem informado e atento.

Se quiser otimizar os resultados e aumentar seu repertório sobre o assunto, convidamos você a fazer o download da plataforma Fast Trade e começar a operar de forma rápida e segura.

Agora que você já sabe um pouco mais sobre o scalper trader, queremos saber a sua opinião. Deixe seu recado, sugestão ou dúvida, é um prazer receber o seu comentário!

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