Mais China e menos Brasil? A MSCI eleva peso de ações chinesas no índice mais popular dos emergentes

A MSCI, uma das maiores fornecedoras globais de índices analíticos para o mercado financeiro, elevará a ponderação das ações listadas na China em índices-referência de mercados emergentes seguidos por investidores globais – uma decisão que pode atrair bilhões de dólares a um dos mercados de ações mais dinâmicos do mundo.

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O aumento deve acontecer ao longo deste ano, em três etapas a partir de maio, com o peso das ações tipo A da China subindo de 0,72% agora para 3,3% do índice-referência MSCI Emerging Markets Index. O índice Xangai Composto disparou 1,8% nesta sexta-feira com a notícia.

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Além da cautela com a Previdência, o tombo da Ambev, o noticiário ainda indefinido para os desinvestimentos da Petrobras e o humor enrarecido no mercado internacional, alguns traders e gestores destacaram a decisão do MSCI como um outro fator empurrando para baixo o índice Bovespa no pregão da quinta-feira.

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Segundo eles, a possibilidade de o Brasil perder espaço para a China no índice MSCI Emerging Markets Index representaria menor fluxo para ações na B3. Lembrando que qualquer ponto percentual para mais ou para menos nessas carteiras faz uma diferença e tanto.

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As ações listadas na ChiNext, cujo foco é majoritariamente na tecnologia, unirão seus índices pela primeira vez: seis das dez ações com desempenho acima da média no índice estavam entre os nomes que o MSCI propôs para uma inclusão nos índices, disse a Bloomberg News recentemente.

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