Brasil conduz melhora econômica da América Latina, segundo FGV

O Indicador Ifo/FGV de Clima Econômico (ICE) da América Latina apontou que o clima econômico da região, embora ainda esteja na zona desfavorável, apresentou melhora pelo segundo trimestre consecutivo, liderado pela sondagem do Brasil.

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O Brasil foi um dos poucos países a apresentar melhora nos últimos levantamentos. Subindo de 33,9 pontos negativos em outubro de 2018 para 3,6 pontos positivos em janeiro de 2019, com aumento de 240% do indicador de expectativas, que foi de 25,9 para 88 pontos no período. A melhora do resultado em janeiro de 2019 sinaliza uma situação mais favorável, embora ancorada apenas no avanço das expectativas.

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Desde 2013, o Índice de Clima Econômico (ICE) mundial era melhor do que o da América Latina, no entanto, nas últimas sondagens caiu e continua na zona desfavorável, puxado por grandes potências, como Estados Unidos, União Europeia, França, Japão e Reino Unido, que estão enfrentando entraves internos por questões políticas e comerciais.

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“As grandes economias estão ainda experimentando uma conjuntura favorável, mas as incertezas quanto as decisões do governo estadunidense, os protestos na França, a discussão sobre o Brexit e a guerra comercial com a China fazem com que as expectativas não sejam favoráveis”, informou a FGV.

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Na América Latina, o indicador melhorou na Argentina, Bolívia e Brasil entre as duas últimas sondagens, mas Argentina se mantém em nível desfavorável. Nos demais países, houve piora do clima econômico com destaque para o México, cujo resultado se deteriorou muito em relação à última sondagem. Além dele, Equador e Uruguai estão na zona de avaliação desfavorável. Chile, Colômbia, Paraguai e Peru registraram queda, mas permaneceram com avaliação favorável. Segundo o estudo, a situação da Venezuela também pode afetar os países vizinhos.

A Sondagem Econômica da América Latina completa você encontra aqui