Startup e Private Share

Muito tem se falado em  investimentos em  startup  ao redor  do mundo e o quanto essas empresas estão mudando o panorama  global dos negócios. A revolução criada pelas startups  não é algo novo. Alguns nomes consolidados  foram proeminentes startups como por exemplo: Microsoft , Dell , Amazon, Alphabet (Google)  e  a empresa mais valiosa  planeta  Apple (U$ 1.07 T  cotação de 12/10/18).

Atualmente , a palavra Unicorn  ficou famosa. O  termos foi  inventado em 2003, Aileen Lee(Cowboy Ventures) foi  usado para descrever   empresas de software sediadas nos Estados Unidos, criadas desde 2003 e avaliadas em mais de US$ 1 bilhão pelos investidores.

Os investimentos em startup são classificados como classe alternativa de investimentos e em geral estão restritos a indivíduos qualificados  como investidores profissionais no caso brasileiro e como accredited investors no caso norte americano.

Mas nos últimos anos algumas plataformas eletrônicas vem  buscando transformar esses investimentos em algo mais acessível para todos os investidores . Nessa esteira, surgiram os chamados crowdfundig. Essas plataformas eletrônicas permitem ao investidor ( observar a regulação especifica de cada país) aplicar em statups em diferentes estágios.

Mesmo para indivíduos classificado como investidores profissionais não é fácil acessar  rodadas de investimentos em determinados unicórnios ou startups.  Muitos desse negócios ficam restritos a  um pequeno numero de  Venture Capital Funds e bancos de investimentos. Nos Estado Unidos, estão surgindo plataformas eletrônica para os  chamados investimentos em  Pre-IPO stocks ou private shares. São plataformas como Equityzen , Nasdaq Private Market  , Equitidate entre outras tentam democratizar esse investimento. Elas procuram criar um mercado secundário para gerar liquidez para veículos de investimento em companhias fechadas. Uma das grandes das questões que devem ser levadas  em consideração ao fazer um tipo de investimento é a falta de liquidez desse  mercado associado a pouca transparência de algumas  empresas.

Assim, para ter uma parte desse queijo é necessário que essas plataformas eletrônicas ganhem mais tração e/ou novas startups criem  modelos disruptivos de negócios nessa área. Acessar esses investimentos não é apenas uma questão financeira , mas é acima de tudo uma questão de contato.

Leia também:

Como o consumo colaborativo pode ajudar os seus investimentos e o planeta

Fintechs, Open Banking e o impacto da tecnologia nos serviços financeiros

Como tecnologias cognitivas estão transformando o mercado de capitais